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Como a diabetes é uma condição de saúde em que os níveis de açúcar no sangue se elevam, é muito fácil pensar que comer muito açúcar é a causa. Mas será assim?
O açúcar causa diabetes?

Antes de mais, interessa explicar que existem dois tipos principais de diabetes: tipo 1 e tipo 2.

O açúcar não causa diabetes tipo 1, na verdade este tipo também não é causado pelo estilo de vida. Neste tipo de diabetes as células produtoras de insulina (no pâncreas) são destruídas pelo sistema imunológico.

No que respeita à diabetes tipo 2, a resposta é um pouco mais complexa. Embora saibamos que o açúcar não a causa diretamente, é mais provável que a tenhamos se estivermos acima do peso. Ora ganhamos peso quando ingerimos mais calorias do que gastamos e todos sabemos que produtos alimentares e bebidas açucarados contêm muitas calorias.

Ainda assim, é improvável que o açúcar seja a única razão pela qual esta condição de saúde se desenvolve.

Um diabético controlado não precisa de cortar o açúcar da sua dieta.
Todos nós gostamos de comer alimentos açucarados ocasionalmente, e não há problema em incluí-los dessa forma, como parte de uma dieta saudável e equilibrada.

Tenhamos em consideração que no geral comemos muito açúcar de adição, não o existente naturalmente nos alimentos e assim prejudicamos a nossa saúde.

 

Assistam ao vídeo na íntegra clicando AQUI.

Não um “tem que ser” mas um “vou fazer com amor”.

Falava acerca de cozinhar, hoje, em directo, na conversa Público Ímpar . A Bárbara Wong reuniu convidados ligados à saúde para falar sobre as resoluções de ano novo.

O que eu acho? Que é preciso mudar comportamentos, antes de querer conhecer com rigor os nutrientes. Não faz sentido sermos reféns de regras alimentares mas sim, em primeiro lugar, sentir o acto de comer como um acto de amor.

O link para a conversa está no online do Público e eu deixo-o aqui:

https://www.publico.pt/aovivo/detalhe/ano-novo-vida-nova-338

Boooooooom dia, sorrisos lindos!

Cenouras, arroz, maçã, chocolate e azeite – que é que estes alimentos, nestas quantidades, têm em comum? Calorias.

Este é o tema de mais um episódio do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias.

Sugiro que vejam o vídeo completo no Canal –Sete cenouras, uma maçã ou uma colher de azeite. As mesmas calorias nos diferentes alimentos (jn.pt) – e percebam um pouco mais acerca da determinação do valor calórico dos alimentos.

Mesa Redonda • Combater o Desperdício Alimentar

Para assinalar o Dia Internacional da Consciencialização sobre Perdas e Desperdício Alimentar, a Ministra da Agricultura Maria do Céu Antunes promoveu uma Mesa Redonda dedicada à análise dos instrumentos de combate a este flagelo. Uma conversa que, embora à distância, aproximou pontos de vista nos juntou, à volta deste tema, também com o Economista-Chefe da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) Máximo Torero e a Deputada ao Parlamento Europeu Isabel Estrada Carvalhais.

Assista também aqui: https://twitter.com/agricultura_pt/status/1443224993828114433?s=20

Ou aqui: Mesa Redonda | Combater o Desperdício Alimentar – YouTube

Bom dia, sorrisos lindos!

Vamos falar de dois dos produtos de pastelaria mais consumidos em Portugal.

Desta vez a “comparação” é entre o #croissant 🥐 e o #pasteldenata .

Se compararmos a sua composição nutricional por 100g, o croissant tem 3x mais gordura, 1,5x mais hidratos de carbono e 2x mais proteínas do que o pastel de nata. Curiosamente o pastel de nata tem mais açúcar do que croissant. Estas diferenças podem variar consoante a receita utilizada para cada um, mas em média o primeiro fornece quase 400 calorias, enquanto o segundo pouco mais de 200 calorias. Em todo o caso, entre os dois, o pastel de nata é a opção menos má (sim porque qualquer uma delas é uma “bomba energética e nutricional). Tenhamos em conta que o pastel de nata é mais pequeno (tem cerca de 60g) do que o croissant (tem cerca de 100g) e que há vários tipos de croissants, muitos deles com mais gordura e logo mais calorias (os de massa folhada).
Relembremos ainda que hoje há versões vegan nomeadamente do pastel de nata, o que altera significativamente a sua composição.

[Esta comparação foi feita tendo em consideração os dados da “Tabela da Composição dos Alimentos” – INSA.pt]

Eu adoooooooro ambos, o que faço é deixar para as excepções e saborear cada trinquinha, de forma a tirar o máximo partido de um momento de excepção. “Sem culpa, com sabor” – a seguir volto aos cuidados alimentares habituais.

Qual é o vosso preferido?
Têm alguma receita caseira especial, destes produtos alimentares?