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Alimentação e Nutrição

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Comida e emoção. Os alimentos que procuramos quando estamos mais felizes.

Este tema inspirou um dos últimos episódios do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias.

Fomos à Rua de Santa Catarina, saber se os portuenses procuram determinados alimentos de acordo com o estado de espírito.
A ligação entre a emoção e a alimentação não é linear e varia de pessoa para pessoa.

 podem ver o vídeo completo aqui:

https://www.jn.pt/artes/especial/videos/comida-e-emocao-os-alimentos-que-procuramos-quando-estamos-mais-felizes-13922188.html

E vocês, comem algo especial quando estão mais tristes? E quando estão muito felizes?

Mesa Redonda • Combater o Desperdício Alimentar

Para assinalar o Dia Internacional da Consciencialização sobre Perdas e Desperdício Alimentar, a Ministra da Agricultura Maria do Céu Antunes promoveu uma Mesa Redonda dedicada à análise dos instrumentos de combate a este flagelo. Uma conversa que, embora à distância, aproximou pontos de vista nos juntou, à volta deste tema, também com o Economista-Chefe da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) Máximo Torero e a Deputada ao Parlamento Europeu Isabel Estrada Carvalhais.

Assista também aqui: https://twitter.com/agricultura_pt/status/1443224993828114433?s=20

Ou aqui: Mesa Redonda | Combater o Desperdício Alimentar – YouTube

Educação alimentar: quando as crianças ensinam melhores hábitos aos pais.

As crianças podem ser um importante motor de educação alimentar, transmitindo dicas e conselhos em casa. A Matilde tem 10 anos e já ensinou a família a melhorar hábitos alimentares com a ajuda da sua tia e nutricionista (a Matilde vai ao consultório mensalmente).

Ouvir a Mati, a forma como agora fala de alimentação e sentir a sua evolução, enche o coração!

Podem ver mais vídeos no Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias :

https://www.jn.pt/artes/especial/videos/ana-bravo-esclarece-duvidas-relacionadas-com-a-ingestao-de-fruta-13922359.html

Se encararmos os momentos em que comemos algo que não planeámos como pesados e frustrantes, a probabilidade de voltarem a acontecer é maior. Não vejamos a comida – mesmo a “comida emocional “- como inimiga, ou estaremos a ver-nos como nossos inimigos, como alguém que deliberadamente se auto-flagela, consumindo comida hipercalorica ou grandes quantidades de comida saudável. Sim, a comida também nos dá prazer e deve sempre servir este seu segundo propósito (sendo o primeiro alimentar e nutrir o nosso corpo). Assim, se às vezes procurarmos esse miminho porque estamos carentes, zangados ou cansados, não sintamos culpa, pensemos antes em regressar ao caminho da alimentação consciente e saudável, logo a seguir. Que desses episódios – que devemos evitar mas muitas vezes, ainda assim, acontecem e acontecerão com todos nós (não temos super-poderes) – guardemos apenas o sabor bom e não nos castiguemos. Quanto mais o fizermos, mais entraremos nessa vibração de culpa e de mau estar, que desencadeará mais facilmente novos episódios semelhantes, porque sentimos que somos fracos e se “está perdido por cem, podemos perder por mil.” Não. Chega!

Vivamos no equilíbrio, que começa pelo respeito por nós mesmos. Sim?

Boooooooom dia! 

Durante o período de férias, há uma tendência para cometer alguns deslizes alimentares, sobretudo com a variedade infinita e apelativa de opções à disposição nas salas de refeições dos hotéis.

A equipa do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias foi fazer experiências e sugere duas alternativas equilibradas, pelas quais podem optar saudavelmente.

Vejam o vídeo completo através do link: Resistir às tentações dos pequenos-almoços nos hotéis durante as férias (jn.pt)

E se for o caso, boas férias!