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Atenção!

O valor calórico do DIOSPIRO que publiquei no post de ontem refere-se à porção de 160g, considerada na Roda dos Alimentos. Há diospiros de tamanhos muito diferentes, que podem chegar ao dobro do peso ou mais. Aliás, no que se refere a quase toda a fruta é assim, daí servirmo-nos da porção de que falei como referência.
Muitas vezes peço aos meus pacientes para escolherem a fruta mais pequena ou média, ajuda. Não sou apologista de andar com a balança atrás, seja a de cozinha seja a nossa, excepto nos casos em que a saúde assim o exige.

Deixei esta publicação apenas para vos dar uma noção de quantidades e pesos, não para vos alarmar. Não custa nada ter uma noção do peso da fruta que adquirem ou procurar escolher as peças mais pequenas, a menos que sejam para partilhar!

 

Olá, sorrisos bons!

Ora vamos lá olhar para a imagem e desfazer algumas dúvidas e mitos que nesta altura do ano dão muito jeito… siiiiiiiiiiiiiiim?

Como veem, o DIOSPIRO não é vilão quando se trata de calorias, dentro do grupo da fruta. Nesta imagem deixo a o valor calórico de alguns frutos – sobretudo aqueles que, pelo senso comum “engordam mais” -, por 160g – (a porção considerada na Roda dos Alimentos).

Faço este post lembrando que o que nos faz engordar é ingerir mais calorias do que gastamos e para tal contam todos os alimentos que ingerimos no dia. Não faz sentido, nomeadamente no grupo da fruta e no dos hortícolas dizer, por exemplo, “não como diospiro embora adore, porque engorda” ou “não ponho cenoura na sopa porque tem muito açúcar”.

O que faz sentido é variar o mais possível os alimentos destes grupos, de forma a garantirmos o aporte de todas as vitaminas e minerais de que necessitamos e que essa variedade nos dá.

Agora vamos focar-nos neste fruto que tantos adoram e que está disponível tão pouco tempo.
Existem diversos tipos de dióspiros que diferem entre si na forma, tamanho, cor, consistência, doçura e sabor.
A presença de taninos é responsável pela adstringência de algumas variedades. Em termos nutricionais, a principal diferença entre elas é mesmo a quantidade de antioxidantes. Este elevado potencial é ainda mais enriquecido quando lhe adicionamos canela. Sabiam?
Também são ricos em carotenos e potássio.

Então temos mais que motivos para comer diospiros! O que acham?

Antes falámos do coco e do abacate, por não estarem no grupo da fruta, na Roda dos Alimentos. Estas “excepções à Roda” são alimentos que têm características nutricionais bastante diferentes dos outros da mesma família biológica. Também as castanhas são excepção, ou seja, são um fruto, sim, mas um fruto amiláceo, ou seja, contêm essencialmente um hidrato de carbono complexo: o amido. Os outros frutos contêm um teor inferior de hidratos de carbono e estão, sobretudo, presentes sob a forma de açúcares simples, como a frutose e a glicose. Também encontramos amido, por exemplo, nos cereais, que pertencem ao grupo da Roda designado «Cereais e derivados, tubérculos». Assim, as castanhas enquadram-se neste grupo e não no grupo da fruta.

Agora vamos aos equivalentes!

– 76g (não vos digo quantas são porque depende muito do tamanho, sugiro que pesem para terem uma ideia) de castanhas tem tantos hidratos de carbono (30g) como 1 pão comum (de 56g)

– esta quantidade fornece 120kcal

– também podem usar numa refeição principal, em que as mesmas 76g de castanhas correspondem a 156g de batata, ou seja, 2 batatas médias (do tamanho de 1 ovo de galinha)

E agora, querem receitinhas com castanhas?

Booooom dia! 

️No episódio desta semana do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Noticias , diz: Ana Maria Pinto abandonou a correria lisboeta para regressar ao mundo rural de Trás-Os-Montes. Criou o Time Off, um blogue e projeto de caminhadas que leva os participantes a conhecer o Portugal “mais profundo”.

A Anita é das minhas melhores amigas e tem uma coragem imensa: a de correr em busca da felicidade, ainda que contrariando tudo e todos inicialmente, mesmo trocando o certo pelo incerto. Poucas pessoas o fariam… E os seus olhos voltaram a brilhar, fruto desse salto de coragem. E o seu brilho inspira outros a brilhar também. Já agora, já caminharam pelo nosso Portugal profundo com um grupo organizado pela Time Off? mesmo a pena!

Tenham um dia – muito – feliz e vejam o vídeo completo no Canal – deixo o link:

https://www.jn.pt/artes/especial/videos/conhecer-o-portugal-mais-profundo-atraves-das-caminhadas-do-time-off-12918133.html

Vamos falar sobre mais uma fonte proteica vegetal?

A soja é uma leguminosa, já que, biologicamente, se enquadra na mesma família do feijão, do grão e da lentilha. No entanto, não se enquadra neste grupo da Roda dos Alimentos, pois a sua composição nutricional é significativamente diferente da das restantes leguminosas. Esta diferença refere-se especificamente às proteínas e gorduras, sendo que a soja fornece três vezes mais proteína e sessenta vezes mais gordura (gordura insaturada). Quanto ao teor de hidratos de carbono e fibra, esse, sim, é semelhante.

Vamos, então, ao teor proteico:

Para obtermos 20g de proteína por refeição, um valor tido como óptimo para a síntese de nassa muscular (o que existe em 80g de carne ou pescado cozinhado ou 3 ovos de tamanho M), devemos ingerir:

– 80g de soja cozinhada (exactamente a mesma quantidade que a de carne ou pescado)

– 240g das outras leguminosas cozinhadas

Façamos as nossas refeições vegetarianas de acordo com estes valores.

Sabiam que o bacalhau cozinha em muito pouco tempo? É verdade, temperatura e tempo a mais fazem perder em textura, sabor e também nutrientes.

Aliando este facto à sua versatilidade na cozinha, basta usar a sua criatividade e receitas únicas e saborosas não vão faltar!

Relembro algumas que preparámos com Bacalhau Riberalves:

 Pão de bacalhau e curcuma

 Quiche de bacalhau

 Bacalhau de tomatada