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Qual é a mulher que não o sente, pelo menos uma vez por mês? Vá lá, vamos assumir: a grande maioria de nós tem uma espécie de loucura por chocolate na fase pré-menstrual!

Então vamos lá, sem culpa com sabor! Permitamo-nos. Até porque se não o comermos no momento certo, acabaremos por andar desconsoladas, à procura de algo que nos encha as medidas e vamos petiscando aqui e ali… Tantas vezes acabamos por ter, no final, mais calorias do que se tivéssemos optado pelo nosso querido chocolatinho!

Independentemente de existir uma razão hormonal na origem dos desejos pré-menstruais (que aliás também são relatados por muitas mulheres após a menopausa), a riqueza do chocolate em triptofano e a libertação de hormonas associadas ao prazer (como a serotonina e dopamina) que acontecem após a sua ingestão – e que bela ingestão! – melhoram o stress e a irritabilidade. (E como precisamos desta ajudinha, não é meninas? Nessas alturas nem sempre é simples gerir o humor, ora estamos muito sensíveis e choramos, ora nos apetece levar tudo à frente… Ah pois… E façam o favor de nos compreender, que se não for por favor, vão lá com uns ataques de irritabilidade em que não nos responsabilizamos por umas almofadas a voar.)

Então, voltemos ao tema… O chocolate tem de facto interesse nutricional, sobretudo se escolhermos as opções com mais cacau. O seu conteúdo em polifenóis enriquece-o em poder antioxidante. Então, após fazermos a melhor escolha, pensemos na quantidade: um a dois quadrados e toca a tirá-lo do nosso campo de visão. E já agora, interessa saborear e não devorar, sim?

Eu sei que não é tarefa simples resistir a mais um quadradinho de Chocolates Jubileu!

Já agora, deixo mais um conselho: se ainda não o faz, será interessante começar a praticar exercício físico… Também potencia a liberação de dopamina, melhora o stress… Toca a compensar aquelas calorias extra que souberam tão bem. E assim guardamos apenas o prazer destes momentos! Concordam?

Além da preocupação com o custo, muitas pessoas continuam a acreditar que comer bem exige dispor de longas horas livres. Comece desde já a desfazer-se dessa crença, porque está longe da verdade. Aliás, gostaria que desse uma espreitadela ao Blog Nutrição com , verá que cozinhar de forma saudável é rápido, simples e tantas vezes – ou quase sempre – mais barato. Não tem que cozinhar arroz ou outro acompanhamento todos os dias. Porque não o faz de dois em dois dias? Ou mesmo de três em três? E os legumes, porque não os coze – idealmente a vapor – e os conserva em doses, prontos para serem utilizados nos dias seguintes? Desta forma, poderá obter diferentes pratos e até mesmo preparar rapidamente marmitas. Para os exemplos que dei, bastará cozinhar a carne, o peixe ou os ovos, ou, se é vegetariano , reservar doses de uma leguminosa à sua escolha ou de tofu ou de soja. Depois de preparar a fonte de proteína, junte-lhe uma fonte de hidratos de carbono, ou seja, o arroz, por exemplo, seguido dos hortícolas. E, voilá, tem o almoço pronto! Também o wok é uma óptima opção: carne ou peixe oh leguminosas (…) e legumes cortados em pedaços, uma colher de azeite por pessoa, uns salpicos de ervas aromáticas e terá o jantar pronto  em minutos. Já agora, não se esqueça de optar sempre por cozinhar em lume brando. Usar temperaturas altas poderá estragar o seu cozinhado, porque contribui para causar danos à saúde.

A predisposição e a motivação talvez sejam os ingredientes mais difíceis de obter, os mais caros. Espero que não. E espero que cada vez mais se agitem consciências alimentares.

Até já! 

Bom dia, alegria! 

Hoje falo de temas sérios – todos queremos EVITAR O DESPERDÍCIO ALIMENTAR, certo? – e dou-vos algumas dicas.

A procura do bem-estar tem aumentado muito na área da alimentação saudável, abrindo portas a que os produtos sejam apelativos, práticos e saborosos. A dificuldade, tendo em conta o trajeto do mercado alimentar dos últimos anos, é conseguir que a matéria-prima necessária esteja acessível a todos e o produto final dentro do orçamento familiar.

Não tenho formação culinária, apenas gosto de cozinhar e de mostrar às pessoas que comer bem pode ser delicioso e simples. Junto ingredientes saudáveis e obtenho resultados surpreendentes, com uma variedade infindável de sabores, cores e texturas. E para cozinhar desta forma não é necessário ter ingredientes caros: basta saber fazer boas escolhas.

É preciso voltar à terra, aos sabores puros dos alimentos mais simples e genuínos. Evitar desembrulhar, para voltar a descascar. Deixar o mais possível os produtos processados e privilegiar alimentos no seu estado puro. Não temos que ter frutos exóticos, sementes raras e muito menos que substituir o nosso azeite por óleo de coco porque está na moda. Não temos que usar pinhões ou frutos vermelhos como base das receitas de merendas nem a farinha de quinoa, trigo sarraceno ou amaranto em vez das convencionais. Conseguir receitas deliciosas juntando alimentos ricos nutricionalmente, sem excesso de gorduras, açúcar e sal, sim, é possível. E não tem que ser mais caro.

Deixo agora algumas dicas, sobretudo associadas à ingestão de legumes:

🧐 Respeite a sazonalidade dos hortofruticolas. Se consumir fruta e legumes na sua época, além de aproveitar todo o seu sabor, consegue a melhor relação qualidade/preço. Lembre-se ainda que estes alimentos devem ser consumidos antes de ficarem murchos, pelo que não fará sentido adquirir grandes quantidades, a menos que tenha uma família numerosa.
🧐 Não rejeite partes comestíveis dos hortícolas, que, muitas vezes, possuem mesmo propriedades nutricionais mais interessantes do que aquelas que habitualmente comemos, como por exemplo:

– Agriões, nabiças, espinafres e semelhantes: as folhas podem ser usadas em saladas.
– Os talos podem ser usados e sopas, «refogados», pão, panquecas, quiches e purés de legumes.
– As folhas de cenoura, batata-doce, couve-flor, rabanetes, abóbora e nabo são comestíveis e podem ser usadas como tantas outras que comemos regularmente.
– Alguns hortícolas podem ser cozinhados e/ou ingeridos com casca, como a batata, alguns tipos de abóbora, a curgete, o nabo, a cenoura, o pepino, etc.
– As cascas da batata podem ser cozinhadas no forno, sendo um excelente snack.
– As sementes de abóbora (e melão) podem ser tostadas no forno e utilizadas como snack ou incluídas noutras receitas.
– As cascas de cebola podem usar usadas para preparar infusões com fins terapêuticos.

Por exemplo, uma abóbora-manteiga pode ser usada da seguinte forma: as sementes limpas e tostadas no forno. Polpa e casca podem ser ingeridas num assado, em sopas ou compotas. As folhas da abóbora podem ser usadas em sopas ou refogados.

Boa viagem na Cozinha com Coração!

Booooooom dia!

Viram esta entrevista que dei à Revista LUX ? Gosto de conversas assim. Com conteúdo e sem segundas interpretações.

“Ana Bravo é, aos 39 anos, uma mulher ‘nova’, que reapren- deu a viver de dentro para fora com a ajuda do seu mestre espiri tual, que conheceu após sofrer um burnout, o ano passado. Paramahamsa Vishwananda inspira-a todos os dias e deu-lhe as ferramentas para desfrutar do amor no seu expoente máximo. É através da meditação, aliada ao exercício físico e a uma alimentação saudável, que a nutricionista do Porto se completa e partilha o seu saber com os seus pacientes. Foi isso que nos contou numa conversa franca e de coração aberto, feita a propósito do lançamento dos novos iogurtes Activia, da Danone. O único tema que preferiu não desenvolver muito foi a relação que está a viver, com alguém cuja identidade prefere não revelar. Sobre a notícia que dá como certo que o estilista Gio Rodrigues é o seu novo amor, Ana Bravo prefere não comentar. Lux – De que forma estes últimos meses mexeram emocionalmente consigo?
Ana Bravo – Todos receamos o in- certo, mas ainda assim não posso dizer que senti medo. O caminho espiritual que sigo ajuda-me a ter uma perspetiva um pouco diferente. Parece clichê, mas realmente aplico-o no meu dia a dia, desde que conheço Paramahamsa Vishwananda não me foco nas encruzilhadas da mente, mas sim no poder do sentir, do coração. Quando percebemos que não controlamos nada e deixamos de permitir que a mente nos autossabote, os medos vão -se e só o amor fica. Nesse estado de puro amor sentimos paz, verdadeira paz. Na quarentena, por ter mais tempo em silêncio, reforcei esse bem-estar interior, aquilo que no meu último livro, que saiu mesmo antes do confinamento, chamo “alimentação do sentir”, pelo que estive, na grande maioria do tempo, em muita paz.
Lux – Sendo nutriconista, é extremista na alimentação?
A.B. – Não, não sou extremista. A alimentação deve, além de servir o seu propósito primordial (nutrir), proporcionar boas sensações. É claro que não faz sentido incluir produtos alimentares com excesso de açúcar e/ou gordura com frequência. O que faz sentido é ir para a cozinha com amor e ver no ato de preparar comida um momento bom. E quanto às exceções, devem ser isso mesmo: momentos raros. Peço sempre, nas primeiras consultas, para que as pessoas não comprometam o seguimento de um plano alimentar se abrirem uma exceção que não contavam. A seguir a um desses momentos faz sentido apenas retomar os cuidados alimentares e não guardar peso na consciência ou sentimento de culpa, mas apenas a recordação do prazer que proporcionou. Assim, não há alimentos proibidos nos meus planos alimentares. O velho ditado ‘nem sempre nem nunca’ adapta-se na perfeição à alimentação.
Lux – Incluir na dieta iogurtes sem açúcar ajuda?
A.B. – Claro que ajuda. Os iogurtes possuem microrganismos vivos benéficos para nós. Activia não é exceção nesse efeito pro- biótico, através de microrganismos vivos que contribuem para a digestão da sua lactose, ajudan- do-nos a sentir bem, de dentro para fora. Além disso, os novos Activia não têm açúcares adicio- nados, têm apenas os naturalmente presentes nos ingredientes que lhes dão origem. Esta nova linha está bem conseguida e mantém o sabor ao adicionar o dobro da fruta ou ao adoçar os produtos de forma natural, com o uso de tâmaras por exemplo.
Lux – Desde a infância a Ana tra- vou várias lutas no campo da alimentação. Qual foi a mais difícil? A.B. – A maioria das minhas brincadeiras com a pessoa que hoje trabalha comigo, a Kiki, aconteciam no meio dos tachos. De facto, já comi a mais, em fases de muita “fome emocional” associada a ansiedade e já comi menos do que devia… O que me marcou mais foi o esforço imenso que fazia para comer nos anos que se seguiram à apendicectomia.
Lux – Foi uma situação grave? A.B. – Na verdade, ia morrendo. Tive uma apendicite aguda diagnosticada tardiamente. Mexeu comigo emocionalmente, porque tinha 6 anos e percebi nos meus avós o que é sentir medo de deixar de ver alguém que se ama. Os meus pais estavam fora.

Lux – Hoje parece estar bem com o seu exterior. Sempre teve uma boa relação com o seu corpo ou foi mudando com os anos?
A.B. – Na verdade, todos temos uma parte de que gostamos menos. Desde a morte prematura do meu irmão tive muitas alterações hormonais e inevitavelmente o corpo mudou um pouco. Confesso que, mesmo sendo um pouco vaidosa, tal não mexeu comigo… Acredito mesmo que cada um de nós deve ter respeito por si e gostar da imagem que o espelho lhe devolve. Sobretudo desde que vivo em equilíbrio com o que trago dentro, o que vejo passou a ser uma extensão desse equilíbrio. Sinto-me bem.
Lux – O exercício físico é fundamental para esse bem-estar?
A.B. – É, completamente! Faço aulas de treino funcional com a Sara Garrido e de Pilates com a Rita Campos, já há uns anos. Tenho duas hérnias na coluna e esta equipa ajuda-me a manter-me sem qualquer mal-estar. Como as aulas são partilhadas com todos, nas redes, três vezes por semana, agora são ainda mais desafiantes e motivadoras.
Lux – No seu último livro, mostra-se como é, sem a ideia falsa de perfeição. Foi um lavar da alma para si?
A.B. – O livro é o resultado dos últimos anos de mergulho em mim mesma. Após esse período de descoberta interior cheguei à conclusão de que não faz sen- tido partilhar apenas a vida cor-de-rosa, sem antes ajudar as essoas a perceber o que vai dentro delas e as liga à comida e à forma como se alimentam. Se pretendo ajudar, o que faz sentido é desmanchar um pouco esse cenário aparentemente perfeito e vestir-me de mim, até mesmo expor-me, partilhando uma parte da minha vida que sinto poder ser útil a muita gente.
Lux – Fala também no burnout que sofreu o ano passado. A mor- te do seu avô e do seu irmão, depois, aos 35 anos, conduziram a Ana a uma situação limite?

A.B. – As minhas crenças espirituais quanto à morte sempre foram muito claras e não ficaram abaladas com a morte de pessoas que amo. O que aconteceu é que não me permiti fazer nenhum dos dois lutos no momento certo, porque na altura ainda achava que era uma supermulher e que vivia apenas para cuidar dos outros. Assim, enquanto a minha família não se levantou, dei-lhes colo e esqueci-me de mim. Mais tarde, aprendi com muito sofrimento que ninguém passa impunemente por situações de dor: há que sofrer e não tentar ‘mascarar’ esse sofrimento, por exemplo carregando-nos de afazeres ‘para não pensar’. Se não encararmos de frente o que nos magoa, se não sofrermos no momento certo, se guardamos coisas que temos de verbalizar, mais cedo ou mais tarde o nos- so corpo exteriorizará esse mal-estar que carregamos – e que é tão pesado – manifestando-se até fisicamente. Então, fiz dois lutos tardios e no caso do meu irmão foi mesmo doloroso. Ele estava na Argélia e estivemos um mês à espera do corpo… Quem passaria impunemente por isto? Ninguém. Agora respeito-me e sofro o que tenho a sofrer, até conseguir naturalmente ‘encaixar o tema na gavetinha certa’ e poder seguir sem carregar esse peso. Percebo agora, sobretudo com os meus pacientes e todas as pessoas que me têm procurado através das redes sociais e do blog, que todos carregamos demasiados pesos. Tento ajudar nessa libertação.
Lux – Que sinais o seu corpo lhe deu na altura, de que algo não estava bem?
A.B. – Com o burnout sentia muitas tonturas, sobretudo a caminhar – parecia que punha os pés em nuvens – tinha de parar e apoiar-me em algo. A privação de sono ia enfraquecendo o meu corpo cada vez mais e a dificuldade de concentração foi-se agra- vando. Com isto, a ansiedade por não controlar o meu corpo ia dando cada vez mais sinais…

Lux – Esqueceu-se de si própria durante vários anos?
A.B. – Esqueci, fazendo algo que amo. Ou seja, passei longos anos a cuidar dos meus sem me questionar muito acerca de mim, às vezes, a ‘fazer das tripas coração’ para me manter de pé, firme. Sempre senti que nasci para cuidar. Agora aprendi a também ser cuidada e é maravilhoso! E sim, posso cair… Levanto-me assim que esteja preparada!
Lux – O caminho espiritual que tem feito foi transformador? A.B. – Desde que me lembro, sempre procurei o meu caminho espiritual. Eu sabia que o tratamento não passava por tomar medica- mentos, mas sim por mergulhar nesse caminho. Então, fui para a natureza e, a pouco e pouco, consegui reencontrar esse pon- to de total quietude que existe dentro de cada um de nós. Desde que o meu mestre espiritual, Paramahamsa Vishwananda, me encontrou, o amor flui em tudo o que faço e sinto necessidade de o partilhar com os outros. Lux – Que mulher é hoje?
A.B. – Sou uma mulher cheia de amor, que está a fazer o seu caminho, passo a passo, guiada, ouvindo cada vez mais o coração e acalmando a mente. Sinto verdadeiramente um amor que nunca tinha sentido antes e de facto a necessidade de o partilhar é imensa!
Lux – Antes do burnout soube que podia ter dificuldades em concretizar o sonho de ser mãe. Foi um murro no estômago?

A.B. – Foi. Dos maiores que já senti. E mesmo assim, na altura em que me foi dada a notícia, não parei muito para pensar nela.
Lux – Quão forte é o seu desejo de ser mãe?
A.B. – Desde menina que tenho o grande desejo de ser mãe. Há cerca de quatro anos, o meu médico percebeu que eu tinha uma reserva ovárica baixa e chegou o dia em que me confrontei com a possível dificuldade em vir a ser mãe. Comecei por negar, por não falar do assunto, e só algumas semanas depois me permiti chorar. Chorei dias seguidos. Todas as minhas brincadeiras de miúda passavam pela cozinha, a preparar comida para os meus Nenucos, os meus filhos. A minha maior alegria aconteceu quando tinha 8 anos: deram-me um bebé a sério, lindo! O meu irmão passou a ser o centro da minha vida.
Lux – Fez algo para que esse sonho não passasse disso mesmo? A.B. – Quando, finalmente, procurei uma solução viável enquanto a minha vida não estava estruturada para poder tentar ser mãe,
descobri a criopreservação. Recorri a este método duas vezes, e o impacto hormonal foi grande, mas, na altura, com as informações que tinha, fez-me sentido. Sinto que, de alguma forma, me serenou saber que tenho ovócitos ‘congelados’. Não sei se repetiria este processo. Entretanto, a minha busca por mais informação e outras opiniões não cessou, e há dados novos.
Lux – Viver uma relação sólida, ter filhos é algo que gostava que já tivesse acontecido ou aceita os timings que a vida tem reserva- dos para si?
A.B. – Aceito puramente a vida tal como ela é. Sei que tudo vem no momento certo. Assumo que, neste momento, sinto que estou mais próxima do que nunca para consolidar uma família com a pes- soa maravilhosa que está ao meu lado e, sim, ter filhos.
Lux – O que procura num homem para estar a seu lado?
A.B. – Amor! Puro amor. Não o amor interesseiro, que dá para receber. E tenho-o! Tenho ao meu lado alguém que respeita o meu caminho espiritual e, mais do que isso, o sente. É bom, é muito bom! “

Imagem e texto – revista LUX

Ontem falei-vos de AQUAFABA é a água que resulta da cozedura de leguminosas, como o feijão ou o grão de bico. O processo para a obter é muito simples: cozemos a leguminosa que escolhermos (se comprarmos secas temos que demolhar umas boas horas antes), coamos, reservamos a água numa panela e deixamos ferver até ficar com uma textura viscosa. É incrível o resultado final: parece claras  em castelo! Assim, este preparado consegue “imitar” algumas propriedades da clara de ovo, nomeadamente na textura. A mousse de chocolate que vos apresentei antes foi preparada com aquafaba. Há outros exemplos, por exemplo para usar na massa de bolos, num merengue e em tudo o que a imaginação e o amor na cozinha permitir.

Vejam algumas receitas, clicando no nome: