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vitamina D

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Hoje vamos falar sobre a vitamina D.
Bom, a vitamina D não é verdadeiramente uma vitamina, em bom rigor, é uma hormona.

[Uma vitamina o corpo não consegue sintetizar, por isso é essencial. O corpo consegue sintetizar vitamina D. A vitamina D tem estrutura química de hormona, mas é produzida na pele. A sua forma activa precisa de ser obtida através de reações no fígado e no rim.]

A natureza equipou o nosso organismo com a capacidade para produzir vitamina D através da pele, por influência da exposição à radiação ultravioleta. No entanto, no último século, a industrialização e a urbanização tornaram a relação do ser humano com o meio exterior mais distante, perturbando a produção desta substância.
O envelhecimento da pele também diminui a capacidade de a pele sintetizar vitamina D.

É possível encontrar a vitamina D nos alimentos. Sardinha, salmão, arenque e cavala são os peixes com maior teor. O ovo e os produtos fortificados (como os cereais e os laticínios) também são boas opções alimentares ricas neste nutriente.

Uma das funções mais conhecidas da vitamina D é o seu papel sobre o metabolismo do cálcio e fósforo e a sua relação com a estrutura e o funcionamento dos ossos. Em segundo lugar, também de destaque, vem a sua relevante importância sobre o desempenho dos músculos do nosso corpo.

Conselho: é importante que exponha os braços e a face à luz solar durante cerca de 20-30 minutos por dia, assim que a temperatura ambiente o permite. Pratique atividade física no exterior e conseguirá conciliar 2 objetivos de saúde! No inverno e tempo chuvoso privilegie os alimentos principais fornecedores de vitamina D.

Sugiro que vejam o vídeo completo no Canal Nutrição com Coração do Jornal De Noticias :

👀 https://www.jn.pt/pessoas/especial/videos/ana-bravo-explica-a-importancia-da-falsa-vitamina-d–15552009.html

Chegam os Santos Populares e, com eles, chegam a festa,  as cores vivas dos enfeites, a música e o bailarico, as gargalhadas à solta e – claro – as  sardinhas!

Há muito de maravilhoso nestas festas, desde o alimento emocional – presente na alegria à solta  e no são convívio – ao gasto energético com as caminhadas e as danças. E, também neste contexto, a alimentação pode beneficiar. A tradição gastronómica que leva as sardinhas a estes momentos de festividade leva com ela uma riqueza nutricional digna de destaque. – E vai mais uma dança para comemorar!

– Ouvimos muitas vezes dizer que a sardinha é rica em ómega 3 – uma gordura benéfica, tão importante para a saúde – e tal fama não é certamente um boato.  Mas a riqueza da sardinha não se fica por aqui… Além do seu sabor inconfundível que nos acrescenta sempre os momentos de convívio e de alegria, é de criar um hino ao dito peixe, ou não seja ele um grande fornecedor de vitamina D.  A tão preciosa vitamina do sol e da sardinha!

Muito mais poderíamos elogiar a sardinha: é ela, sem dúvida, um dos motivos mais fortes  para sairmos de casa para jantar nestes dias, percorrendo as ruas da cidade e aproveitando as noites quentes, sobretudo entre Junho e Agosto, para lhe sentir o ar puro. Já agora,  as sardinhas são mais gordinhas e por isso têm maior teor de ómega 3 nos meses de Setembro e Outubro. Por isso, mesmo que as noites estejam mais frescas, deve manter-se o gosto pela caminhada até à sardinha.

Outros nutrientes importantes estão presentes neste peixe que é tão nosso, tão português: o ferro, o cálcio, o zinco.

A sardinha faz bem ao palato, promove o convívio, é um marco simbólico de momentos de alegria. Por todos estes momentos, mas também pelo seu conteúdo nutricional, acreditem, a nossa sardinha faz bem ao coração!