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Aqui fica mais uma receita vegan das boas, com o toque da mãe Bravo!

Cebola e alho picados entram num tacho com azeite e louro. Assim que a cebola fica translúcida juntamos pedaços de tomate e pouco depois a couve cortada, as cenouras em rodelas, curgete… Os legumes que tiverem. Deixa-se cozinhar, para tal, sem pre que necessário, vamos acrescentando pequeninas quantidades de água já quente. Quando os legumes estão quase cozidos juntamos o feijão e deixamos apurar, em lume brando. É então que entra a malagueta e corrigimos os temperos.

Uma aletria com o mesmo sabor e um terço das calorias para a nossa Kiki!

Original: 426kcal
Receita da Kiki: 167kcal

E quem não quereria a receita?
Está entre 2 fórmulas especiais criadas com todo o carinho durante a nossa infância: as de ambas as avós da Kiki – entre elas a nossa avó Luz (minha adorada ama).

Diz o episódio especial do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias:

“Ana Bravo foi desafiada a recriar, de forma saudável, as sobremesas preferidas da equipa Nutrição com Coração. A nutricionista preparou uma aletria – a sobremesa de eleição da melhor amiga Kiki – com um terço das calorias.”

É verdade! Um terço das calorias relativamente à receita original!

Então aqui fica a versão de ALETRIA da Kiki:

Ingredientes (4 porções)
– 100g aletria
– 400ml água
– 50g geleia de agave
– 100ml leite magro
– 2 gemas
– 1 pau canela
– 1 casca limão
– q.b. canela em pó

Levar ao lume a água com a geleia de agave, o pau de canela e a casca de limão.
Quando ferver, juntar a aletria (partida) e deixar cozer em lume brando até toda a água evaporar.
Bater as gemas com a bebida vegetal e envolver na aletria, mexendo até voltar a ferver.
Tirar o pau de canela e a casca de limão, colocar numa travessa e polvilhar com canela em pó.

Sugiro que vejam o vídeo completo no Canal – deixo o link: Uma aletria com o mesmo sabor e um terço das calorias (jn.pt)

 Arroz de tomate malandrinho como a Bravo.

Ops! Perdão. A legenda certa é: arroz de tomate malandrinho à Bravo.

A receita é da mãe Bravo e como o vosso pedido é uma ordem, aqui fica:

“Cebolinha picadinha”, diz a mãe. “Com um dente de alho esmagado e azeite.” Entram em conjunto no tacho e mantém-se em lume brando até que a cebola fique ligeiramente translúcida. “Um dos segredos para obter um melhor sabor é usar tomate coração de boi”, diz a princesa com ar de professora. De seguida explica que se tira a pele e corta aos cubinhos para se juntar ao tacho. “Dá-se uma mexedela e põe-se a tampa.” “Ana, deixa-me dizer-te uma coisa: o lume mantém-se brando até o tomate ficar quase em puré, mas quando entram a água quente e logo a seguir o arroz, o lume passa a bem forte.” Sempre me ensinou assim: arroz seco prepara-se em lume brando, o malandrinho em lume mais alto. A mãe usa 3,5 vezes mais água do que arroz e escolhe o arroz carolino. “Rectificam-se os temperos e eu uso um raminho de salsa no final”.

Adoro o jeitinho entre o envergonhado e o orgulho por perceber que as pessoas gostam tanto da sua comidinha como eu. No final disse “e agora vais escrever assim no Instagram? Não se percebe, eu faço tudo a olho!” É fofa ou não é?