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omo a diabetes é uma condição de saúde em que os níveis de açúcar no sangue se elevam, é muito fácil pensar que comer muito açúcar é a causa. Mas será assim?
O açúcar causa diabetes?

Antes de mais, interessa explicar que existem dois tipos principais de diabetes: tipo 1 e tipo 2.

O açúcar não causa diabetes tipo 1, na verdade este tipo também não é causado pelo estilo de vida. Neste tipo de diabetes as células produtoras de insulina (no pâncreas) são destruídas pelo sistema imunológico.

No que respeita à diabetes tipo 2, a resposta é um pouco mais complexa. Embora saibamos que o açúcar não a causa diretamente, é mais provável que a tenhamos se estivermos acima do peso. Ora ganhamos peso quando ingerimos mais calorias do que gastamos e todos sabemos que produtos alimentares e bebidas açucarados contêm muitas calorias.

Ainda assim, é improvável que o açúcar seja a única razão pela qual esta condição de saúde se desenvolve.

Um diabético controlado não precisa de cortar o açúcar da sua dieta.
Todos nós gostamos de comer alimentos açucarados ocasionalmente, e não há problema em incluí-los dessa forma, como parte de uma dieta saudável e equilibrada.

Tenhamos em consideração que no geral comemos muito açúcar de adição, não o existente naturalmente nos alimentos e assim prejudicamos a nossa saúde.

 

Assistam ao vídeo na íntegra clicando AQUI.

Ora já cá faltava uma receita da mãe Bravo! Desta vez protagonizou um episódio do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias .

O que é? É um dos meus pratos preferidos, ou não tivesse leguminosas – vocês também gostam muito de feijão?

Chili, vegetariano, claro!

Deixo a receita, ora sim senhora.
E já agora deixo o link para o vídeo completo, que está no Canal.

Aqui fica, meus amores. A mãe Bravo está a obrigar-me a escrever que tem que apurar para ficar saboroso. (É muito convincente, esta mãe: “vá, escreve lá e amanhã faço-te um arrozinho malandro daqueles de que gostas tanto”. Como resistir?)

Ingredientes (2 pessoas):
– 1 colher sopa de azeite
– 1 cebola
– 1 dente de alho
– 1 folha de louro
– 1/2 tomate
– q.b. pimentos
– q.b. piri-piri (opcional)
– 200g feijão vermelho (cozido)
– 1 cenoura em rodelas

Coloquei num tacho o azeite, a cebola picada, o piri-piri e o louro.
Levei ao lume e assim que a cebola ficou translúcida, adicionei o alho picado, o tomate e a cenoura cortados.
Deixei cozinhar alguns minutos, em lume brando (junte água quente aos poucos sempre que necessário).
De seguida, juntei o feijão e, pouco antes de desligar, os pimentos cortados em tiras.

O que acham? Eu delicio-me com chilli!

👀 https://www.jn.pt/artes/especial/videos/ana-bravo-prepara-um-dos-seus-pratos-favoritos-inspirada-na-receita-da-mae-14683813.html

É um mineral essencial para a saúde, participando:
– na formação de hemoglobina
– no processo de formação de energia
– na produção de enzimas – proteínas fundamentais

Quando as necessidades de ferro não são atingidas, as suas reservas podem esgotar, os níveis no sangue diminuem e assim também produção de hemoglobina diminui, podendo haver uma anemia por deficiência de ferro.

A anemia pode manifestar-se através de sintomas como:
– função cognitiva e imunológica prejudicadas
– alteração da capacidade de desempenhar trabalho normal ou exercício

(A anemia pode ser causada por outros factores que não apenas a deficiência de ferro.)

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a deficiência em ferro é a deficiência nutricional mais comum no mundo (população vegetariana ou não vegetariana), afetando cerca de 25% da população global.

Pode acontecer por:
Hemorragia, doenças gastrointestinais que interfiram com a sua absorção, assim como por causas alimentares, que tanto passam por uma dieta pobre neste mineral, como pela presença de nutrientes que inibem a sua absorção.

O ferro disponível nos alimentos é do tipo:
– heme (absorvido entre 15 a 35%)
– não heme (que tem uma absorção inferior, entre 2 a 20%)
Em produtos de origem animal, 40% do ferro presente é do tipo heme, e 60% é não heme, já os alimentos de origem vegetal apenas contêm ferro não heme.

Alimentos ricos em ferro heme:
carne e pescado em geral, sobretudo marisco

Alimentos ricos em ferro não-heme: leguminosas, cereais integrais, tofu, vegetais de cor verde escura, sementes, frutos gordos e tempeh

Existe interação entre nutrientes nos alimentos ou na sua combinação na mesma refeição, podendo alguns facilitar e outros dificultar a absorção de outros nutrientes.

No caso do ferro não heme:

A sua absorção pode diminuir com a presença de:
– cálcio
– fitato (presente em alimentos ricos em fibra, como sementes, leguminosas, legumes, o que pode ser minimizado por exemplo adicionando acidificantes como citrinos ou vinagre e também demolhando, por exemplo as leguminosas)
– polifenóis presentes no chá, café, especiarias (açafrão, chili) e cacau.
– cálcio, pelo que não deve ser administrado sob a forma de suplementos às refeições (sendo que não se verifica se a quantidade de cálcio for inferior a 40mg)
– baixo consumo de lisina (um aminoácido essencial encontrado particularmente em leguminosas)

Pode aumentar com a presença de:
– vitamina C – proveniente da dieta ou sob a forma de suplementos (o seu efeito é superior ao inibidor do fitato, polifenóis e do cálcio, sendo que cerca de 75mg de vitamina C aumentam a absorção do ferro não heme em 3 a 4 vezes)
– vitamina A e betacaroteno

Importante – Nenhuma deficiência em ferro, quer em vegetarianos, quer em não vegetarianos, pode ser corrigida exclusivamente pela alimentação.

👀 sugiro que vejam o vídeo completo no Canal Nutrição com ❤️ do Jornal de Notícias.

Bom dia, ternuras!

Hoje o Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias explica como congelar os alimentos em segurança:

A congelação é um método de conservação de alimentos que todos usamos. Em alimentos crus ou preparações culinárias, há regras e cuidados a seguir para garantir uma conservação segura, saudável e saborosa.

👀 Sugiro que vejam o vídeo completo no Canal – deixo o link:

https://www.jn.pt/artes/especial/videos/as-dicas-da-nutricionista-ana-bravo-para-congelar-os-alimentos-em-seguranca-14568365.html

Boooooooooooooom dia, doçuras?

Começamos a semana a falar de sugestões para evitar o desperdício alimentar?

Neste episódio do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Noticias , ensinamos a dar uma nova vida a bolos que ficam secos…

A Luisinha estava entusiasmada com o nosso lanche que incluía bolo de aveia, banana e amêndoa… Este é um bolo vegan, que ao segundo dia fica um pouco seco. Queríamos mais uma solução vegan e inventámos um “caramelo” menos calórico do que o original.

Deixo ambas as receitas, claro!

– Bolinhos de banana e amêndoa –

Ingredientes (2 unidades)

– 1 banana madura
– q.b. canela
– 1 colher de sobremesa de azeite
– 2 colheres de sopa de miolo de amêndoa picado
– 1/2 chávena de farinha de aveia integral
– 1/2 chávena de bebida de soja
– 1 colher de café de fermento em pó

Programei o forno a 180 graus.
Esmaguei a banana e envolvi os restantes ingredientes.
Dividi a massa por 2 formas pequenas de silicone (ou untadas com azeite e farinha) e levei ao forno cerca de 30 minutos (basta fazer o teste do palito).

— “Caramelo” —

Ingredientes:
– 1 chávena de de água
– 1 chávena de stevia em pó
– 1 colher de chá de vinagre branco

Levei ao lume todos os ingredientes, mexendo de vez em quando até obter cor de caramelo (demora cerca de 10 minutos). Depois de ferver, manter em lume brando.

Podem usar para preparar pudins, pipocas…

Sugiro que vejam o vídeo completo no Canal – deixo o link: Caramelo saudável para dar uma ″nova vida″ aos bolos com alguns dias (jn.pt)

Tenham um dia feliz!