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Este é o meu salto de coragem. O meu grito de alerta, após ter recebido o do meu corpo: o meu livro novo tem tanto, mas tanto de mim.

Pretendo diariamente tornar a alimentação das pessoas mais feliz, pondo de lado as “dietas da moda”, não dando demasiada importância aos “alimentos da moda”… O que faz sentido é simplificar, variar, sentir o prazer de comer e não abdicar dele seja qual for o nosso objectivo (mesmo emagrecer). Para tal é importante começar por perceber que a forma interessa bem menos do que o que guardamos dentro… Vamos gostar -mais – de nós?

Este livro fala de amor, – comer também deve ser um acto de amor – um amor que vos ajudo a descobrir dentro de cada um de vocês, da mesma forma que eu o fui descobrindo. Ainda tenho um longo caminho pela frente, mas gostava de o fazer convosco… Aceitam?
Este vídeo, do making of da capa está, todo ele, cheio de amor, claro!

Obrigada à minha editora Arena, à minha fotógrafa e amiga de longos anos Ana Dias, à minha mana de alma Kiki, ao meu querido Luís Alves que nos acolheu no seu Cantinho das Aromáticas, à doce Eduarda dos Moinhos de Ovil, ao meu João Lacerda, parte da equipa Nutrição com Coração há muito anos e ao meu adorado colega Luís Matos.

Foi um dia muito feliz. O livro é feliz e convida-vos a serem autores do vosso próprio livro… Vejam as primeiras páginas e perceberão. É diferente de todos os outros.

Vejam mais AQUI.

Esta é a primeira parte do 5º vídeo de uma série de 6 sobre a “Dieta com ♥”

Alimentação saudável, variada e flexível. Não faz sentido sermos reféns de calorias e adaptar a vida à alimentação. Tenhamos consciência alimentar, adaptemos antes a alimentação à nossa vida e não precisamos de descurar o prazer de comer e muito menos o convívio em torno da mesa.

Concordam?

Coma com calma, lentamente, permita-se sentir o sabor – ou até mesmo a sua mescla, procurando sentir ou adivinhar cada ingrediente e cada condimento – e textura de cada dentada.
Mastigue como se não pudesse voltar a sentir o mesmo sabor, como se ele fosse uma prova única, feita especialmente para aquele momento, para si. Deguste. Imagine que teria que fazer uma descrição detalhada do que comeu, tal como um enólogo faz com um vinho.
Saboreie na íntegra, não deixe escapar ao palato um único pormenor! Dedique esse tempo da refeição aos alimentos, total e absolutamente. Ao convívio também, claro está, mas não descure esse prazer por querer mastigar rápido para poder falar. Muito menos perca a noção do que está a comer porque está sentado em frente à televisão ou no chat no Facebook ou a ver as últimas publicações no instagram. Comer é um acto divino, é assim que o deve encarar. Talvez esteja a ser exagerada, mas sei que entende exactamente onde quero chegar.
Mais do que os alimentos – a comida feliz de que tanto falo – que prepara ou prepararam para si, tantas vezes com amor e dedicação, respeite o acto de comer. Encare-o não só como um momento de satisfação de uma necessidade básica de sobrevivência, mas sobretudo como um momento de pausa no seu dia – tantas vezes tão atribulado – seja esse momento vivido em partilha ou só. Sinta essa pausa e relaxe, aproveite para se mimar e sinta o que os alimentos lhe podem dar: além dos nutrientes, muito prazer!