O vinagre é utilizado, com frequência, para condimentar uma salada ou outro preparado. Mas afinal, como é feito o vinagre? E quais são os tipos de vinagre que existem?

O vinagre “tradicional” é um produto que deriva de alimentos que contenham açúcar ou amido (maçã, uva, ameixa, coco, tomate, arroz ou batata), num processo de fermentação que ocorre em 2 fases e termina com a produção de ácido acético (componente principal do vinagre).

O vinagre é um produto ligeiramente ácido (um pH de cerca de 6, ou seja, quase neutro), o que significa que a sua acidez não é relevante.

O ácido acético, para além de ser o composto dominante (também responsável pelo sabor e aroma), tem uma longa história de utilização como importante aditivo alimentar, acidificando os alimentos para a sua melhor conservação.

Para além dos ácidos orgânicos, o vinagre também é constituído por alguns compostos fenólicos. É a estes compostos fenólicos que é atribuído o poder antioxidante do vinagre.

Embora o vinagre seja tradicionalmente utilizado como condimento alimentar, atribuir gosto e aroma aos alimentos, têm vindo a ser demonstrados efeitos bioactivos que podem beneficiar a saúde humana.

É obtido de acordo com as matérias-primas disponíveis em cada país. Por exemplo, em países com Portugal, Espanha, Itália, França ou Grécia, países de tradição vitícola, o vinagre é feito sobretudo de vinho. Já na China e no Japão, é feito a partir do arroz. Nos EUA e na Inglaterra, é feito de malte. No Brasil, é feito de cana-de-açúcar.

Em Portugal são três os tipos de vinagre mais utilizados: o tradicional, o de sidra e o balsâmico. O tradicional é obtido a partir  de vinho ou outras substâncias alcoólicas; o de sidra a partir da sidra, uma bebida alcoólica feita a partir da maçã. O balsâmico é feito através do mosto de uvas brancas, que é cozido e concentrado. É o mais caro, uma vez que demora mais tempo a ser produzido.

Dependendo do tipo de vinagre, a variedade e a quantidade dos compostos fenólicos variam também. O vinagre balsâmico será o que tem mais, mas também é o mais que tem mais açúcares.

Utilize aquele de que mais gostar, deixando o balsâmico para dias especiais.

Para além dos ácidos orgânicos, o vinagre também é constituído por alguns compostos fenólicos. É a estes compostos fenólicos que é atribuído o poder antioxidante do vinagre.

Dependendo do tipo de vinagre, a variedade e a quantidade dos compostos fenólicos variam também, sendo que o vinagre balsâmico é o que apresenta maior variedade destes compostos e o vinagre de uva, o que apresenta maior quantidade.
Muitos outros aspectos funcionais têm sido associados ao vinagre, como o seu potencial efeito antidiabético (por acelerar a velocidade de digestão, diminuindo a absorção de açúcares), anti-obesidade (pelo efeito saciante), anti-tumoral e preventivo de doenças cardiovasculares (através do seu poder antioxidante na redução do colesterol e da tensão arterial).

 

Podem assistir ao vídeo no Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias no link:  Como é obtido o vinagre e qual é o mais indicado para usar diariamente (jn.pt)

Hey, lovers! ❤️

Vamos lá celebrar este dia?
É feta, é feta. 😊

(Eu não lhe dou especial atenção mas um bolinho em forma de coração calha sempre bem!)

Não torçam o nariz quando lerem o seu nome, antes experimentem… vão adorar!

Ah! Perdoem os comentários ao longo da receita – o dia puxa-me para o amor. ❤️

—— Bolo de beterraba e chocolate ——

Amantes 😍, precisam de:

– 180g puré de beterraba
– 2 chávenas de farinha de aveia
– 1/2 chávena de água
– 2 colheres de sopa de azeite
– 2 colheres de sopa de açúcar mascavado
– 1/3 chávena cacau em pó
– 50g chocolate +70% cacau (vegan, se for o caso)
– 1/2 colher de sopa de bicarbonato de sódio
q.b. coco ralado e groselhas (para enfeitar)

E então coloquem o ingrediente principal: o amor!

– Programem o forno a 180 graus.
– Numa taça misturem a farinha com o puré de beterraba (pode usar crua ou cozida, para fazer o  puré), a água, o azeite, o cacau e o açúcar mascavado.
– Mexam bem (podem ajustar a consistência adicionando um pouco mais de água, se acharem necessário).
– Envolvam-se, – ops, envolvam, assim é que é 🤭 – o chocolate ralado e o bicarbonato de sódio. (Provem a massa, até podem barrar o nariz do vosso mais-que-tudo com chocolate. 😋 Se acharem pouco doce, adicionem stevia a gosto).
– Levem ao forno, numa forma untada – já sabem onde esta parte leva 😉 –  durante 35 minutos (basta fazer o teste do palito).
– Sirvam-se polvilhados com coco 😝– perdão, sirvam o bolo com coco – e groselhas.