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Ana Bravo

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Neste episódio do Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias , falamos sobre os DIFERENTES TIPOS DE SAL

O sal é cada vez menos utilizado na cozinha com Coração. Privilegiamos cada vez mais as ervas aromáticas, sobretudo frescas, para dar gosto aos cozinhados. Ainda assim, os diferentes tipos de sal presentes no mercado suscitam várias dúvidas. É deles que vamos falar.

– O sal refinado é o mais modificado, mais sujeito a tratamentos e transformações e o menos interessante.

– O sal marinho tem mais interesse, mas devemos escolher o integral, obtido de forma natural e mantendo por isso maior valor nutricional.

– A flor de sal obtém-se de outra forma, recolhendo os cristais formados na produção de sal marinho, à superfície da água, nas salinas. Assim, não se trata de um produto processado ou alterado, mantendo minerais.

– O sal dos Himalaias é sem dúvida o melhor. Obtido naturalmente, sem procedimentos químicos, é o que contém mais minerais e também, de todos, o que tem menor teor de sódio.

Mais do que saber qual é o melhor sal, importa reduzir o seu uso. Uma dica importante é usá-lo na fase final da confecção, idealmente já no prato, sobretudo a flor de sal e o sal dos Himalaias. Além disso, quanto menos água usarmos nos nossos cozinhados, mais manteremos o sabor dos alimentos – e reduziremos as perdas nutricionais – evitando aumentar a quantidade de sal para conseguir mais sabor.

👀 Aconselho-vos a ver o vídeo completo no canal – mais uma vez deixo o link:

https://www.jn.pt/831285120/os-diferentes-tipos-de-sal-e-o-melhor-para-usar-na-cozinha/

O vinagre é utilizado, com frequência, para condimentar uma salada ou outro preparado. Mas afinal, como é feito o vinagre? E quais são os tipos de vinagre que existem?

O vinagre “tradicional” é um produto que deriva de alimentos que contenham açúcar ou amido (maçã, uva, ameixa, coco, tomate, arroz ou batata), num processo de fermentação que ocorre em 2 fases e termina com a produção de ácido acético (componente principal do vinagre).

O vinagre é um produto ligeiramente ácido (um pH de cerca de 6, ou seja, quase neutro), o que significa que a sua acidez não é relevante.

O ácido acético, para além de ser o composto dominante (também responsável pelo sabor e aroma), tem uma longa história de utilização como importante aditivo alimentar, acidificando os alimentos para a sua melhor conservação.

Para além dos ácidos orgânicos, o vinagre também é constituído por alguns compostos fenólicos. É a estes compostos fenólicos que é atribuído o poder antioxidante do vinagre.

Embora o vinagre seja tradicionalmente utilizado como condimento alimentar, atribuir gosto e aroma aos alimentos, têm vindo a ser demonstrados efeitos bioactivos que podem beneficiar a saúde humana.

É obtido de acordo com as matérias-primas disponíveis em cada país. Por exemplo, em países com Portugal, Espanha, Itália, França ou Grécia, países de tradição vitícola, o vinagre é feito sobretudo de vinho. Já na China e no Japão, é feito a partir do arroz. Nos EUA e na Inglaterra, é feito de malte. No Brasil, é feito de cana-de-açúcar.

Em Portugal são três os tipos de vinagre mais utilizados: o tradicional, o de sidra e o balsâmico. O tradicional é obtido a partir  de vinho ou outras substâncias alcoólicas; o de sidra a partir da sidra, uma bebida alcoólica feita a partir da maçã. O balsâmico é feito através do mosto de uvas brancas, que é cozido e concentrado. É o mais caro, uma vez que demora mais tempo a ser produzido.

Dependendo do tipo de vinagre, a variedade e a quantidade dos compostos fenólicos variam também. O vinagre balsâmico será o que tem mais, mas também é o mais que tem mais açúcares.

Utilize aquele de que mais gostar, deixando o balsâmico para dias especiais.

Para além dos ácidos orgânicos, o vinagre também é constituído por alguns compostos fenólicos. É a estes compostos fenólicos que é atribuído o poder antioxidante do vinagre.

Dependendo do tipo de vinagre, a variedade e a quantidade dos compostos fenólicos variam também, sendo que o vinagre balsâmico é o que apresenta maior variedade destes compostos e o vinagre de uva, o que apresenta maior quantidade.
Muitos outros aspectos funcionais têm sido associados ao vinagre, como o seu potencial efeito antidiabético (por acelerar a velocidade de digestão, diminuindo a absorção de açúcares), anti-obesidade (pelo efeito saciante), anti-tumoral e preventivo de doenças cardiovasculares (através do seu poder antioxidante na redução do colesterol e da tensão arterial).

 

Podem assistir ao vídeo no Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias no link:  Como é obtido o vinagre e qual é o mais indicado para usar diariamente (jn.pt)

É muito comum “petiscar” à noitinha, depois do jantar, quando se está relaxado no sofá.

Mas afinal, que consequências podem existir se comermos fora de horas?
Antes de mais, o que se entende por comer fora de horas? Depois da meia-noite?
Fazer uma ceia ligeira, como beber uma cevada ou comer uma tosta com queijo, por exemplo, pode fazer sentido em alguns casos.
No entanto, é importante que este “petisco” noturno seja leve e não aconteça pela noite dentro ou muito próximo da hora de deitar. Tal pode causar indigestão, azia ou refluxo gástrico devido ao ato de se deitar imediatamente após a ingestão alimentar.
Se a ingestão for de produtos ultraprocessados, com excesso de gordura ou açúcar, os efeitos podem piorar e perturbar ainda mais o ritmo circadiano que é o ritmo natural do corpo ao longo das 24 horas do dia e que regula os principais processos biológicos, desde o metabolismo, até aos períodos de sono e vigília.
Comer fora de horas pode levar a:
– maior adiposidade
– dificuldade em perder peso
– resistência à insulina
– apetite desregulado
– alteração da qualidade do sono
– …
👀 Sugiro que vejam o episódio completo no Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias – deixo o link:

Vamos falar sobre Gengibre ?

– Na verdade trata-se de uma planta herbácea bastante exuberante, cujas propriedades benéficas se concentram no rizoma (o caule subterrâneo) que pode ter várias cores.

– Essa parte é comestível e também usada pelas suas propriedades medicinais.

Assim, é usada como especiaria para aromatizar: em fatias, grânulos ou em pó, fresco ou marinado.

[Cuidado com algumas versões de gengibre seco, que podem conter muito açúcar adicionado.]

Na culinária usamos para temperar, em infusões ou para aromatizar bolachas, por exemplo.

– Tem de facto propriedades: anti-inflamatória, antimicrobiana, antioxidante.

Por este motivo pode aliviar os sintomas de uma constipação.

– Ajuda a reduzir o enjoo comum na gravidez, náuseas e vómitos associados a quimioterapia.
Ajuda na digestão, podendo ter um efeito benéfico em condições  digestivas específicas como as causadas pela Helicobacter pylori.

Querem saber mais?

Vejam o vídeo completo no Canal Nutrição com Coração do Jornal de Notícias :

https://www.jn.pt/6287408361/beneficios-e-cuidados-do-gengibre-o-aliado-no-combate-as-constipacoes/

Ah! E já sabem, todas as quintas-feiras há episódios novos.

Hey, lovers! ❤️

Vamos lá celebrar este dia?
É feta, é feta. 😊

(Eu não lhe dou especial atenção mas um bolinho em forma de coração calha sempre bem!)

Não torçam o nariz quando lerem o seu nome, antes experimentem… vão adorar!

Ah! Perdoem os comentários ao longo da receita – o dia puxa-me para o amor. ❤️

—— Bolo de beterraba e chocolate ——

Amantes 😍, precisam de:

– 180g puré de beterraba
– 2 chávenas de farinha de aveia
– 1/2 chávena de água
– 2 colheres de sopa de azeite
– 2 colheres de sopa de açúcar mascavado
– 1/3 chávena cacau em pó
– 50g chocolate +70% cacau (vegan, se for o caso)
– 1/2 colher de sopa de bicarbonato de sódio
q.b. coco ralado e groselhas (para enfeitar)

E então coloquem o ingrediente principal: o amor!

– Programem o forno a 180 graus.
– Numa taça misturem a farinha com o puré de beterraba (pode usar crua ou cozida, para fazer o  puré), a água, o azeite, o cacau e o açúcar mascavado.
– Mexam bem (podem ajustar a consistência adicionando um pouco mais de água, se acharem necessário).
– Envolvam-se, – ops, envolvam, assim é que é 🤭 – o chocolate ralado e o bicarbonato de sódio. (Provem a massa, até podem barrar o nariz do vosso mais-que-tudo com chocolate. 😋 Se acharem pouco doce, adicionem stevia a gosto).
– Levem ao forno, numa forma untada – já sabem onde esta parte leva 😉 –  durante 35 minutos (basta fazer o teste do palito).
– Sirvam-se polvilhados com coco 😝– perdão, sirvam o bolo com coco – e groselhas.